
A terapia não está funcionando? Talvez não seja apenas uma ferida, mas sim uma traumatização

Você já teve a sensação de que está se dedicando à terapia, mas os resultados não chegam como esperado? De que já falou sobre os seus sentimentos, relembrou histórias, analisou comportamentos, mas mesmo assim algo dentro de você continua doendo, se repetindo, ou paralisando sua vida?
Essa sensação é mais comum do que parece — e pode ter uma explicação que nem sempre é considerada nas abordagens terapêuticas mais tradicionais: o trauma emocional, que pode estar registrado no corpo, e não apenas na mente.
Quando só falar não basta
Muitas pessoas acreditam que basta “entender racionalmente” o que aconteceu para superar um sofrimento. No entanto, essa lógica nem sempre funciona quando estamos falando de traumatização emocional/psicológica.
O trauma não é apenas o que nos aconteceu, mas como o nosso sistema nervoso registrou aquela experiência. E, muitas vezes, isso acontece de forma tão intensa e automática que nem conseguimos nomear o que sentimos.
Por isso, é comum que experiências traumáticas fiquem presas no corpo, nas nossas reações, sensações e impulsos — mesmo quando a mente já “entendeu” tudo. O resultado? O sofrimento se repete, os padrões se mantêm, e a terapia parece não avançar.
Traumas silenciosos, mas profundos
O trauma não precisa vir de uma tragédia ou evento extremo. Muitas vezes, ele é resultado de situações cotidianas mal processadas, como:
- Crescer em ambientes emocionalmente negligentes
- Ser ridicularizado por expressar emoções
- Ter suas necessidades ignoradas repetidamente
- Sofrer rejeições precoces ou abandonos afetivos
- Viver sob pressão constante, sem espaço para ser quem se é
- Convivência com vícios e compulsões
- Viver sob alta exigência de pais ou cuidadores
Esses eventos podem gerar feridas emocionais profundas que não foram validadas ou compreendidas — e que continuam agindo no presente, moldando comportamentos, reações e crenças limitantes.
Trauma é uma experiência corporal (também)
Quando falamos em trauma, é essencial entender que ele se inscreve no sistema nervoso e no corpo. Muitas vezes, a mente tenta esquecer, racionalizar ou seguir em frente, mas o corpo ainda está em estado de alerta, contração ou congelamento.
É por isso que abordagens terapêuticas que incluem o corpo são tão transformadoras.
A Terapia de Somatização do Trauma (TST), por exemplo, atua na integração entre mente, corpo, emoções e instintos. Ela permite acessar memórias que não estão verbalizadas, mas que continuam vivas nas tensões musculares, na fáscia, nas sensações físicas e nos automatismos emocionais.
Quando a terapia verbal encontra seus limites
Abordagens verbais são fundamentais, especialmente para construir compreensão e elaboração simbólica. Mas, quando se trata de traumas que não foram organizados cognitivamente, apenas falar pode não ser suficiente.
É aí que a TST faz a diferença: ela atua nas camadas mais profundas do ser, acessando a dor que o corpo ainda guarda, mesmo quando a mente já não se lembra. Isso abre caminho para uma verdadeira reprogramação do sistema interno, promovendo mais liberdade, leveza e saúde emocional.
Se a sua dor persiste, talvez ela precise ser ouvida de outra forma
Se você está em um processo terapêutico, mas sente que não está saindo do lugar, talvez seja hora de mudar a pergunta: e se essa dor que não passa for uma forma do seu corpo pedir socorro?
Traumas não resolvidos podem se esconder atrás de ansiedade, procrastinação, insônia, dificuldade de confiar, excesso de controle, autossabotagem ou até mesmo em dores físicas sem causa aparente.
Olhar para essas manifestações com um olhar mais integrado, como propõe a TST, pode ser o ponto de virada para uma transformação real e duradoura.
Quer conhecer mais sobre a Terapia de Somatização do Trauma?
No site da terapeuta Danielli Malini você encontra conteúdos, cursos e formações que explicam em profundidade como essa abordagem pode revolucionar sua prática terapêutica — ou seu próprio processo de cura, se você estiver buscando caminhos de autoconhecimento.
Portal: https://agenciainforma.app.br/
Terapia - Como escolher a melhor abordagem para o meu caso?
Descubra qual linha terapêutica pode ser mais eficaz para você – inclusive em casos de trauma emocional profundo
Quando uma pessoa decide iniciar um processo terapêutico, surgem muitas dúvidas — e uma das principais é: qual abordagem escolher?
Essa decisão pode impactar diretamente nos resultados do tratamento, por isso é essencial entender que nem toda linha terapêutica funciona da mesma forma para todos os casos.
Neste artigo, você vai conhecer algumas das abordagens mais utilizadas, suas indicações principais e quando considerar uma alternativa mais profunda, como a Terapia de Somatização do Trauma (TST).
- Quando só falar não basta
- Traumas silenciosos, mas profundos
- Trauma é uma experiência corporal (também)
- Quando a terapia verbal encontra seus limites
- Se a sua dor persiste, talvez ela precise ser ouvida de outra forma
- Quer conhecer mais sobre a Terapia de Somatização do Trauma?
Por que escolher bem a abordagem terapêutica?
A escolha da terapia ideal influencia na velocidade, profundidade e permanência dos resultados.
Se você já tentou alguma abordagem e não sentiu melhora significativa, pode ser que o método escolhido não tenha acessado a raiz do problema, mas apenas lidado com os sintomas de forma superficial.
Abordagens terapêuticas mais conhecidas e suas indicações
1. Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)
Focada na identificação e reestruturação de pensamentos e comportamentos disfuncionais.
Mais indicada para: ansiedade, depressão, fobias, transtornos alimentares e compulsões.
Atua no nível cognitivo e comportamental.
2. Psicanálise
Trabalha com o inconsciente e a interpretação de símbolos, sonhos e memórias da infância.
Mais indicada para: questões profundas de identidade, autoestima, conflitos internos e autoconhecimento.
É um processo de médio a longo prazo.
3. Gestalt-terapia
Foca no aqui e agora, na experiência presente e na autorresponsabilidade.
Mais indicada para: dificuldades de relacionamento, tomada de decisão e processos de mudança.
Estimula o contato com emoções e sensações no momento atual.
E quando nada parece funcionar?
Muitas pessoas passam por mais de uma abordagem sem perceber mudanças duradouras. Ou até melhoram por um tempo, mas depois voltam a sentir os mesmos sintomas.
Nesses casos, pode haver um fator mais profundo envolvido: a traumatização.
Terapia de Somatização do Trauma (TST): indo direto à raiz
A Terapia de Somatização do Trauma, desenvolvida por Danielli Malini, é uma abordagem inovadora que trabalha de forma integrada corpo, mente, emoções e instintos.
Essa terapia reconhece que muitos sintomas emocionais — como ansiedade persistente, crises de pânico, autossabotagem, compulsões, baixa autoestima crônica, ciclos repetitivos, questões com sexualidade, e outros — podem ser expressões somatizadas de experiências traumáticas que ficaram registradas no corpo.
Quando considerar a TST?
- Se você vive repetindo padrões de comportamento, relacionamentos ou resultados, mesmo após terapia.
- Se sente que algo mais profundo te bloqueia, mas não consegue acessar verbalmente.
- Se já passou por várias terapias e, ainda assim, os sintomas retornam com o tempo.
- Se convive com dores físicas crônicas sem explicação médica, como fibromialgia, dores de cabeça ou tensões musculares constantes.
- Se sua história de vida inclui situações de abandono, negligência, abuso, violência, vícios ou perdas precoces.
A TST atua diretamente nesses registros somáticos, promovendo liberação emocional, ressignificação e reorganização neurológica e fisiológica. É uma abordagem especialmente eficaz em casos de trauma emocional, trauma de desenvolvimento e experiências impactantes não elaboradas.
Como saber se a Terapia de Somatização do Trauma é para você?
Se você se identifica com alguns dos pontos mencionados acima, vale conhecer mais sobre essa abordagem.
No site oficial da idealizadora da TST, Danielli Malini, você encontra informações detalhadas sobre a metodologia, formação profissional e atendimentos:
👉 Acesse: www.daniellimalini.com.br
Conclusão: a melhor abordagem é a que alcança você por inteiro
Cada pessoa é única — e seu processo de cura também deve ser.
Se você busca uma terapia que vá além da mente racional e que integre o corpo, as emoções e sua história de vida como um todo, considere a Terapia de Somatização do Trauma como uma opção potente, especialmente para quem já tentou de tudo e ainda sente que algo está travado.
Afinal, o que não é dito pela mente, o corpo acaba expressando. E curar o trauma exige um olhar mais profundo, sensível e integrado.
Espero que o conteúdo sobre A terapia não está funcionando? Talvez não seja apenas uma ferida, mas sim uma traumatização tenha sido de grande valia, separamos para você outros tão bom quanto na categoria Beleza e Saúde
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